Atílio Avancini

Atílio José Avancini é professor doutor em regime de dedicação exclusiva do Departamento de Jornalismo e Editoração (CJE) da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP, na área de fotojornalismo. Foi professor visitante da Kyoto University of Foreign Studies (conveniada com a USP) na cidade de Kyoto (Japão) por um ano – de abril de 2006 a março de 2007 – na área de "Cultura brasileira e Comunicação". Lançou em 2006 o livro Atílio Avancini pela Edusp – Coleção artistas da USP, número 15. Possui capítulos de livros publicados e escreveu dez artigos em jornais de notícias, sete deles no Jornal da USP. Recebeu menção especial na categoria jornalismo, juntamente com a profa. Dra. Nancy Ali Ramadan, pela produção do jornal laboratorial Claro! na disciplina Laboratório de Jornalismo III. Orientou iniciação científica (Bolsa Fapesp) para aluno do curso de jornalismo, co-orientou dissertação de mestrado para aluna da Kyoto University of Foreign Studies e orientou 18 trabalhos de conclusão de curso para alunos dos cursos de jornalismo e editoração. Participou de 17 exposições fotográficas, sendo quatro internacionais: Budapeste, Montevidéu, Kyoto. Produziu 42 Curadorias de exposições fotográficas nos espaços D'Ávila e Milton Santos no CJE como extensão universitária para estudantes da USP. Atua no Projeto Redigir e no Programa Terceira Idade.

Boris Kossoy

Natural de S.Paulo, dedicou-se desde jovem à fotografia. Em 1968 fundou o Estúdio Ampliart, atuando nas áreas de jornalismo, publicidade e retrato, paralelamente a uma carreira autoral. Graduou-se Arquiteto pela Universidade Mackenzie (1965), mestrado e doutorado em Ciências pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (1977-79). Em 2000 prestou concurso para livre-docência na Escola de Comunicações e Artes da USP e, em 2002, para o cargo de Professor-Titular. É membro do conseho consultivo da Coleção Pirelli-MASP de Fotografia, entre outras instituições culturais. Foi diretor do Museu da Imagem e do Som de S.Paulo e do IDART - Divisão de Pesquisas do Centro Cultural S.Paulo. Trabalhos de sua criação, como fotógrafo, encontram-se representados nas coleções permanentes do Museum of Modern Art (N.Y), George Eastman House (Rochester, N.Y), Smithsonian Institution (Washington, D.C.), Bibliothèque Nationale de Paris, Museu de Arte de S.Paulo, Museu de Arte Contemporânea da USP, entre outras instituições. Enquanto historiador e pesquisador, tem sua obra mais conhecida voltada à investigação da história da fotografia no Brasil e América Latina, aos estudos teóricos da expressão fotográfica e, ao emprego da iconografia como fonte de pesquisas nas Ciências Humanas e Sociais Aplicadas.

Camilo Vannuchi

Camilo Vannuchi nasceu em São Paulo há 27 anos e é jornalista desde os cinco, idade em que começou a azucrinar a paciência de seus pais com tantos "por quês". Selou seu destino no Departamento de Jornalismo e Editoração da ECA-USP, onde estudou entre 1997 e 2001, e por sete anos atuou como repórter na Revista IstoÉ. Nesse período, teve a oportunidade de publicar algumas fotos de sua autoria, acumulando a função de fotógrafo em algumas pautas, principalmente em viagens. Arrebatou em 2002 o prêmio jovem realizador do "Concurso Pierre Verger de Vídeo Antropológico", conferido pela Associação Brasileira de Antropologia pelo documentário "Ponteio: jogaram a viola no mundo, mas fui lá no fundo buscar", apresentado no ano anterior como trabalho de conclusão de curso (TCC) na ECA. Em 2003, recebeu o prêmio "Jornalismo para a Tolerância" conferido pela Federação Internacional de Jornalismo, pela matéria Como conviver com a diferença, publicada em IstoÉ no segundo semestre de 2002. É co-autor do livro Leituras da Imprensa, sobre fotojornalismo, editado em 2000 como parte integrante do Projeto Êxodos, de Sebastião Salgado, e autor do livro Memórias de um vendedor de nióbio (2007, edição do autor), que conta a trajetória de José Alberto de Camargo à frente da Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração, detentora de 80% do mercado mundial de nióbio (um metal utilizado na siderurgia). Atualmente, trabalha como jornalista free-lancer nas áreas de cultura, comportamento, gastronomia, Brasil e direitos humanos.

Cristiano Mascaro

Cristiano Mascaro é formado pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo. Iniciou sua carreira como repórter fotográfico da revista Veja onde realizou diversas reportagens no Brasil e no exterior. Foi professor de fotojornalismo na Enfoco e de comunicação visual na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo de Santos. Entre 1974 e 1988 dirigiu o Laboratório de Recursos Áudio Visuais da FAUUSP. Em 1986 obteve o grau de Mestre pela USP e em 1990, lhe foi atribuída a Bolsa Vitae de Artes. Já realizou diversas exposições no Brasil e no exterior, com fotografias fazendo parte de coleções particulares e de museus, como o MAM do Rio de Janeiro, a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o International Museum of Photography at Georges Eastman House (Rochester, NY, USA), além da Bibliothèque Nationale de Paris e da Centre d’Art et de Culture Georges Pompidou (Paris, França). Tem trabalhos publicados na imprensa e em forma de livro. Em 1992 recebeu o Prêmio Abril de Jornalismo com o ensaio O jeito brasileiro de viver e morar e em 1999 com o ensaio Sala dos milagres. Em 1995 obteve o grau de Doutor pela USP com nota máxima e menção de louvor, apresentando a tese A fotografia e a arquitetura.Atualmente, é fotógrafo independente e dedica-se a projetos pessoais.

João Bittar

Nascido em São Paulo no ano de 1951, João Bittar começou a trabalhar com fotografia no cargo de assistente de laboratório fotográfico pela Editora Abril, 1965. Quatro anos depois, passou a trabalhar como freelancer fotográfico para várias publicações, como o Última Hora, o Diário de São Paulo e a Veja, até que, em 1974, entrou para a 1ª equipe fixa da revista Exame. Fez parte também da 1ª equipe da revista IstoÉ e das equipes regulares da Veja e da Folha de S.Paulo. Em 1986 fundou, editou e trabalhou como repórter fotográfico da Angular Fotojornalismo e Documentação. Trabalhou ainda como editor de fotografia da Contigo! (1993), Folha de S.Paulo (1994), Diário de São Paulo (2002), editora Globo (2004) e, em 2007, passou a trabalhar como repórter fotográfico pela Unesco.

José Diório

Nascido em São Paulo e formado em Artes Gráficas. Seu primeiro trabalho foi com a equipe de fotografia da perícia técnica da Polícia do Exército, em 1986. Trabalhou até 1989 como produtor gráfico de publicações variadas, quando começou a prestar serviços como freelancer a diversos órgãos de imprensa, como a Folha de S.Paulo e a IstoÉ. Em 1991 entrou para a equipe de fotógrafos do Notícias Populares e, em 1994, começou a trabalhar pelo Estado de São Paulo, onde está até hoje. Diório recebeu vários prêmios em sua carreira, entre eles o Otto Heller (1985), Fuji/Banco América do Sul (1989), Kodak (2000), Estadão de Jornalismo (2004) e o primeiro lugar no World Press Photo – General News. Recebeu ainda uma menção honrosa no Nikon Photo Contest International de 1998 e teve uma foto eleita entre as 10 fotografias da década pela revista Imprensa, em 1996.

Ronaldo Entler

Formado em Jornalismo pela PUC-SP, trabalhou como repórter fotográfico em vários órgãos de comunicação, entre 1987 e 1991, atuando a partir desse período como free-lancer. Entre 1988 e 1996, realizou trabalhos independentes em fotografia, mostrados em diversas exposições. Obteve o título de mestre pelo Departamento de Multimeios da Unicamp, em 1994, com a dissertação A Fotografia e o Acaso, e o título de doutor pelo Departamento de Artes Plásticas da Escola de Comunicação e Artes - USP, em 2000, com a tese Poéticas do Acaso: acidentes e encontros na criação artística. Em 1997, desenvolveu pesquisa em diversos museus da Europa e também do Canadá. Em 2006, concluiu pesquisa de Pós-Doutorado no Departamento de Cinema do Instituto de Artes da Unicamp. Trabalhou, entre 1991 e 1995, junto à Fundação Cultural Cassiano Ricardo, em São José dos Campos (SP), como Diretor Artístico, coordenando as atividades do Núcleo de Estudos em Linguagem Fotográfica, entre outros projetos. Desde 1995, é professor da Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), sendo atualmente responsável pelas disciplinas de Multimeios II - Fotografia, na Faculdades de Artes Plásticas e Análise da Imagem I, na Faculdade de Comunicação. Nesta última, ocupa também o cargo de Coordenador de Extensão e Pós-Graduação. Desde 2004, é professor credenciado do programa de Pós-Graduação em Multimeios, do Instituto de Artes da Unicamp, atuando na disciplina "Epistemologia e Antropologia da Comunicação Visual", e orientando pesquisas de mestrado. Alguns de seus trabalhos estão publicados em http://www.iconica.com.br.

Toni Pires

Graduado em Economia e Jornalismo, pela Unesp (Universidade Estadual Paulista), Toni Pires é hoje editor de fotografia do jornal Folha de São Paulo. No Grupo Folha desde 1993, começou como repórter-fotográfico do jornal Folha da Tarde. Em 1996 foi para a Folha de S. Paulo, primeiro como repórter-fotográfico, chegando a editor. Já teve seu trabalho publicado em jornais da Europa, América Latina e Estados Unidos. Participou de exposições em São Paulo e, em 2000, expôs na Alemanha.